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ROBINSON DESTACA AMPLO DIÁLOGO SOBRE A REFORMA POLITICA NO PLANALTO

Publicado em: 19/2/2015

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O ex-secretário de Comunicação Social do estado da Bahia, Robinson Almeida (PT), que assumiu a chefia de gabinete da Secretaria Geral da Presidência da República, que também marcou presença no Carnaval baiano, em entrevista à Tribuna da Bahia, comentou em que pé anda, no Planalto, a discussão sobre a reforma política, que será tema de fortes debates este ano. Falou, ainda, da expectativa a cerca do protesto que foi marcado nas redes sociais  para ocorrer no dia 15 de março, pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff, e que não deverá surtir efeito.

Sobre a reforma política, o político, que saiu candidato a deputado federal sem êxito, mas chegou a ocupar a vaga de primeiro suplente, disse que há um grande diálogo do Planalto com as entidades da sociedade civil. Segundo ele, existe uma articulação para unificar dois grandes grupos, um chamado Coalizão Democrática, liderada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e outro intitulado de “Plebiscito Constituite”, composto por membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Movimento dos Sem-Terra (MST). “A natureza é de método, porque enquanto um defende um projeto de lei de inciativa popular que é a Coalizão Democrática, outro defende que tenha uma assembleia exclusiva para que se faça a reforma. Esses dois grupos estão conversando”, afirmou.

Almeida acrescentou ainda que as propostas centrais que os unificam são pelo fim do financiamento privado de campanhas e partidos políticos, e a defesa do voto proporcional.”Estamos ajudando nesse dialogo com a sociedade e acreditamos que o Brasil fará um grande debate”, declarou.

Escândalos – Já em relação ao protesto agendado para o dia 15 de março, o chefe de gabinete da SGPR disse acreditar que haverá também outros protestos a favor da estabilidade democrática. Conforme o chefe de gabinete, não há temor por parte do Planalto. “Deve ocorrer outras em favor da estabilidade democrática, do respeito à decisão eleitoral e acho que nós vamos conviver na natureza da democracia, que é este jogo de pressões e contrapressões”, afirmou.

Tribuna da Bahia

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