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Portal da Transparência poderá contabilizar horas de conselheiros da OAB

Publicado em: 11/2/2017

por Júlia Vigné

Portal da Transparência poderá contabilizar horas de conselheiros da OAB

Foto: Divulgação / OAB-BA
Durante o Conselho Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Bahia (OAB-BA) desta sexta-feira (10) um projeto foi apresentado pela Diretoria Executiva da Seccional para contabilizar as horas de contribuição dos conselheiros da OAB-BA. A tesoureira Daniela Borges explicou a iniciativa, que busca registrar a quantidade de horas para divulgá-las no Portal da Transparência da entidade. “Dentro do conceito de transparência a segunda etapa, que entrará no ar em abril, registrará informações do número de horas trabalhadas pelos colaboradores da entidade”, afirmou Daniela. A tesoureira explica que os advogados não têm acesso ao trabalho que é realizado pelos colaboradores, que é feito gratuitamente, e que isso iria ajudar na transparência da seccional. “Todos que estamos aqui sabemos do tempo em que trabalhamos para a Ordem sem que qualquer remuneração seja ganha. Queremos informar o que é feito através das horas que cada membro trabalha”, explicou. A atualização entraria no portal em abril deste ano e os colaboradores iriam registrar suas atividades por meio de um aplicativo, que ficará disponível para Android e iOS. “Teremos um parâmetro de validação das horas, com a confirmação de membros da comissão”, explicou Daniela. A Diretoria explicou que a ideia foi do presidente da Ordem, Luiz Viana, que pensou no registro das horas dos colaboradores há dois anos. O presidente afirmou que a iniciativa é importante para a transparência da entidade e para que a classe conheça o trabalho da OAB-BA. Durante a reunião foi sugerido que antes de demonstrar os dados para a sociedade no portal da seccional, deveria haver um demonstrativo durante um mês para quer todos os conselheiros se adaptem ao sistema; a sugestão será atendida pela diretoria. A iniciativa, no entanto, não agradou a todos os conselheiros. Jorge Oliveira, por exemplo, afirmou que não concordou em reduzir a produtividade dos conselheiros em números. “É uma coisa muito difícil de mensurar. As tarefas dos colaboradores é mista, podemos fazer do nosso próprio trabalho. Fica difícil de saber como isso representará a realidade da nossa produção. Existem coisas que não podem ser contabilizadas. Eu sou adverso a uma transformação da nossa realidade de vida em números”, afirmou. Para a dificuldade de mensurar tarefas, a solução de estabelecer uma média de tempo para cada tarefa foi levantada e será analisada pela diretoria. “Eu acho que pode ser uma sugestão boa essa parte de estabelecer uma média para cada ação”, afirmou Daniela Borges.

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