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DANILO FORTE DESTACA 90 ANOS DA ASSOCIAÇÃO CEARENSE DE IMPRENSA

Publicado em: 14/7/2015

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Peemedebista cearense intercedeu, ainda, a Eduardo Cunha, para que seja publicado um Decreto do Poder Executivo que abra a possibilidade dos restos a pagar dos Orçamentos anteriores

DA ASSESSORIA

(Brasília-DF, 14/07/2015) O deputado Danilo Forte (PMDB-CE) destacou nesta terça-feira, 14, da tribuna do plenário Ulysses Guimarães da Câmara os 100 anos da Associação Cearense de Imprensa (ACI) comemorados no dia de hoje.

Na oportunidade, o peemedebista destacou a importância da entidade na preservação da liberdade de imprensa e de expressão. Além da importância da ACI na vida social e política tanto de Fortaleza, quanto do Estado. Danilo lembrou também os momentos decisivos da ACI na luta contra a ditadura militar.

“Queria registrar aqui hoje os 90 anos da Associação Cearense de Imprensa. Uma valorosa instituição democrática e participativa de todos os momentos culturais do Ceará. Gostaria de ressaltar o que diz a jornalista Adísia Sá, presidente da ACI: Muitas associações são criadas, mas poucas permanecem por tanto tempo quanto a nossa. Isso nos orgulha. Isso é o reflexo da jornalista Adísia Sá, uma referência ao jornalismo cearense”, disse o parlamentar.

Restos a pagar

Na oportunidade, o peemedebista cearense solicitou apoio ao presidente da Câmara – deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – para que interceda junto ao governo federal com objetivo de que seja publicado nos próximos dias um Decreto que estabeleça os anos anteriores a 2014 para que sejam pagos os restos a pagar dos Orçamentos anteriores.

“A LDO este ano só permite (pagar) os restos a pagar de 2014. E isso está criando um embaraço muito grande. Amanhã a gente tem votação do Congresso Nacional e tem os vetos que estão impedindo a votação do PLN (Projeto de Lei do Congresso Nacional) 04, o que prejudicará e muito os municípios brasileiros. Eu queria ter feito esta colocação anteriormente, porque estava em negociação um Decreto presidencial com relação a esta questão. Mas até agora esta abordagem não foi feita de forma clara. E para que os municípios não fiquem  prejudicados, se faz necessário um Decreto do Executivo”, registrou.

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