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Zé Trindade denuncia desmatamento irregular de terreno de Mata Atlântica

Publicado em: 14/12/2020
Zé Trindade denuncia desmatamento irregular de terreno de Mata Atlântica

Foto: Bahia Notícias

O vereador de Salvador Zé Trindade (PSB) fez uma denúncia nas redes sociais sobre o desmatamento de uma área na Avenida Paralela. Segundo o edil, a área corresponde a Mata Atlântica e por isso ele classifica como “irregular” o desmatamento. No texto, Trindade ressalta que a prefeitura de Salvador está prestes a permitir a construção de uma igreja e uma grande loja de supermercado no local.

 

Na visão do vereador, a prefeitura é “omissa” e que para o usou da área caberia pareceres do Inema, Ibama e Ministério Público (MP), “pois trata de uma postura de desrespeito à Lei da Mata Atlântica e a Lei de Parcelamento do Uso do Solo”.

 

Segundo Zé Trindade a prefeitura ainda quer permitir “no apagar das luzes desta gestão municipal” a construção de um posto de gasolina e supermercado no Parque das Dunas, área de proteção ambiental dentro dos limites da APA do Abaeté, com bilionário prejuízo ao erário público, com objetivo de “atender aos interesses dos amigos”.

 

O vereador lembra que no ano passado no plenário da Câmara Municipal de Salvador, fez denúncias em relação a esta área de preservação ambiental que poderá dar prejuízo de R$ 1 bilhão aos cofres da prefeitura.

 

Na publicação, Zé Trindade ainda afirma que “a gestão municipal se acha dona do patrimônio público, vendendo o que quer, exigindo percentuais de áreas para quem quer, e delapidando o patrimônio em detrimento a atender aos inescrupulosos amigos”.

 

RESPOSTA DA GESTÃO

A prefeitura, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), emitiu nota em que afirma que as denúncias realizadas pelo vereador José Trindade são “infundadas”. “A Sedur ressalta que todos os atos administrativos emitidos pelo município são pautados na legalidade, seguindo todas as legislações vigentes, a exemplo do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), da Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo (LOUOS) e da Política Municipal de Meio Ambiente”, disse. (Atualizada às 14h10)

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