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LÍDICE APARECE AO LADO DE RUI COSTA, MAS AFIRMA QUE PSB NÃO FARÁ PARTE DA BASE DO GOVERNO

Publicado em: 16/10/2014

por Juliana Almirante / Maria Garcia

LLídice aparece ao lado de Rui Costa mas reafirma que PSB não será base do governo

Foto: Juliana Almirante/ Bahia Notícias
A candidata derrotada Lídice da Mata (PSB) dividiu a bancada com o governador eleito Rui Costa (PT) e o atual gestor estadual Jaques Wagner (PT) na manhã desta quinta-feira (16), em evento de adesão à campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Contudo, ao ser questionada pelos jornalistas no local se isso significava a entrada do PSB na base do governo da Assembleia Legislativa (AL-BA), ela foi taxativa: “Não. O PSB vai ter um posicionamento independente. Não estamos aderindo ao PT. Não estamos nos inserindo na base de apoio ao governo de Rui Costa. Estamos juntos para o apoio da campanha de Dilma Rousseff e Rui Costa e isso está absolutamente claro. Não há nenhuma dúvida sobre isso”, enfatizou a senadora. No processo de escolha do apoio para a candidatura da presidente petista, a socialista pontuou que não apenas a postulante derrotada ao Senado Eliana Calmon (PSB) divergiu da decisão regional da sigla em apoiar o pleito do PT. Sergio Gaudenzi (PSB), ex-presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e membro da executiva, votou a favor do posicionamento do partido nacional em aderir à candidatura do adversário Aécio Neves (PSDB). “Diversos companheiros do partido destoaram da decisão”, declarou Lídice. A escolha do partido, contudo, foi baseada na proximidade entre ambos os partidos nos últimos anos. “A candidatura que menos se distancia ou que mais se aproxima do nosso programa de governo é a de Dilma. Quando o PSDB esteve no poder, nós fomos por oito anos oposição. Com o projeto Lula e Dilma do governo, integramos ministérios, o que significa nossa proximidade com o PT historicamente”, comentou a socialista. Ela disse que contraiu diversas dívidas ao final da campanha, mas que serão pagas assim que negociar com os fornecedores. “Normal em todas as campanhas que eu participei”, comentou sobre a situação. Em discurso, Lídice afirma que a ela não cabe posição de neutralidade. “Há contradição de não ter apoiado Dilma no primeiro turno? Não vejo. Primeiro para colocar proposta de cada partido para análise do eleitor. O segundo é a decisão. Não me cabe posição de neutralidade quando o Brasil está divido entre duas propostas”, disse a socialista, sendo recebida com aplausos de pé pelos presentes no evento.

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