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Corrida pela presidência da AL-BA não pode ‘fragmentar’ a base, alerta Davidson Magalhães

Publicado em: 24/12/2020

por Bruno Luiz / Mari Leal

Corrida pela presidência da AL-BA não pode 'fragmentar' a base, alerta Davidson Magalhães

Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

As discussões e “demonstrações” de força no processo prévio as eleições pela presidência da Assembleia Legislativa têm, de maneira geral, movimentado as lideranças políticas baianas. O cenário é composto por um tão reverberado acordo feito diretamente pelo governador Rui Costa e nomes do PP e PSD, o qual abriria vez para Adolfo Menezes assumir o posto, assim como outros nomes que já despontam. Dentre estes estão Vitor Bonfim (PL), nome ventilado pelo deputado Angelo Almeida (PSB), Samuel Jr. (PDT) e Niltinho (PP). 

 

Nos bastidores, a sinalização da candidatura de Niltinho soa como  pressão do PP para evitar o cumprimento do suposto acordo e se manter na presidência da Casa, apesar de abrir mão de buscar uma reeleição de Nelson Leal, fato que necessitaria força política suficiente para promover mudanças na PEC que impede a reeleição na Casa. 

 

É neste contexto que o presidente do PCdoB na Bahia, Davidson Magalhães, alerta para a “necessidade” de criação de unidade da base governista, na perspectiva de evitar uma “fragmentação”. Segundo ele, “a eleição da Assembleia não é um fato isolado” e  “está dentro de um contexto político”, o qual não pode desconsiderar, inclusive, o crescimento da oposição em cidades importantes do estado. “Nós temos que manter a integridade do grupo para 2022”, destaca em entrevista ao Bahia Notícias. 

 

“A eleição na Assembleia não pode ser um fator de fragmentação dessa base. O nosso objetivo fundamental é não permitir que no processo das eleições da Assembleia não haja fragmentação da base. Isso está norteando o PCdoB e a nossa bancada. Nós vamos buscar até o último minuto a unidade desse grupo para que não exista um bate-chapa e que esse grupo saia coeso para enfrentar o processo eleitoral em 2022, que nós estamos muito próximos. Não é um desfile de nomes. É um conceito do grupo político que precisa se manter coeso”, sinaliza. 

Para Deividson, no entanto, o momento atual ainda é “está na fase do puxa-estica”, mas o “afunilamento” é inevitável. “Cada um querendo mostrar sua força”, avalia. 

 

Sobre o acordo alinhavado por Rui, ele é taxativo em afirmar que pessoalmente, nem o PCdoB participou dos termos conformados. Porém, está comprometido em “manter a unidade do grupo” e o grupo irá “perseguir esse objetivo de maneira muito determinada”. 

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