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CENTRAIS SINDICAIS REAFIRAM APOIO A RUI E OTTO

Publicado em: 03/10/2014

Representantes de centrais sindicais reuniram-se com Rui e com a ministra Ideli Salvatti

Somando-se à série de apoios que tem recebido ao longo desta campanha eleitoral e, de forma mais intensa, nesta reta final, Rui Costa, candidato a governador da coligação Pra Bahia Mudar Mais, recebeu a confirmação de que as quatro maiores centrais sindicais do país (Central Única dos Trabalhadores – CUT, Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores – UGT, e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB) estão ao seu lado e de Otto Alencar para o Senado federal. Em reunião no comitê central, manhã desta quinta-feira, os dirigentes das centrais na Bahia mais uma vez anunciaram que estão ao lado de Rui e de Otto nesta eleição e entregaram ao candidato, que tem toda uma história de luta como sindicalista, uma pauta de ações para os próximos anos, na qual se incluem a instituição de mesa de negociações com a classe trabalhadora e salário mínimo regional, entre outras reivindicações. Representando a candidata Dilma Rousseff, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti recebeu a pauta com as reivindicações de âmbito nacional e revelou-se entusiasmada com o clima eleitoral visto na Bahia nos últimos dias, quando é visível o crescimento das candidaturas de Rui e Otto. “Aqui tem cheiro de vitória”, afirmou a ministra, reiterando sua confiança também no grande apoio dos eleitores baianos à candidatura da presidente Dilma, “que terá aqui o seu maior percentual de votos, proporcionalmente, de todo o País”. E alertou para a importância de que os deputados federais e estaduais eleitos tenham compromisso com a causa, lembrando o quanto foi difícil segurar no Congresso o fim da multa do FGTS, que incentiva a demissão, “e levamos muito tempo para aprovar a PEC do Trabalho Escravo”. Rui Costa ficou feliz ao reencontrar, na reunião, velhos conhecidos do tempo em que ele era líder sindical e lembrou que naquela época eles lutaram muito contra arrocho salarial e contra os prejuízos. “A nossa luta era para perder menos e não ter direitos retirados. Hoje a pauta é para discutir o avanços”, observou o candidato e, dando exemplos das realizações do governo de Jaques Wagner, disse que pode ir a qualquer encontro com os trabalhadores, mas sabe que é preciso mais. Rui pediu a força das centrais nessa reta final. “Vamos à disputa, é força total para ganharmos as eleições, inclusive em Salvador”.

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