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CAMPOS PROMETE INVESTIR NA SEGURANÇA PÚBLICA DA BAHIA

Publicado em: 08/8/2014

Eduardo Campos, candidato à Presidência

“Vamos assumir na Bahia compromisso com a segurança pública, que vive uma situação caótica. Vamos colocar mais dinheiro para investimento em mobilidade urbana em Salvador, que tem gerado graves problemas, inclusive na qualidade de vida do cidadão. Passaram-se anos e anos discutindo um metrô que foi inaugurado agora, com um trechinho de nada. Eu, junto com Lídice e Eliana Calmon, vamos fazer obra pra valer”. Foi com esta afirmação que o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos (PSB), encerrou a coletiva à imprensa, na tarde de ontem, no Pelourinho, ao lado das companheiras de partido, as postulantes ao governo da Bahia, Lídice da Mata, e ao Senado, ex-ministra Eliana Calmon. A coletiva, marcada para às 15h30, mas iniciada por volta de 17 horas, durou apenas 25 minutos. A candidata a vice-presidente, Marina Silva, não esteve presente, conforme o anunciado pelo PSB. As perguntas foram direcionadas apenas ao candidato Eduardo Campos, que fez questão de criticar o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), atribuindo a ela, inclusive, total responsabilidade sobre a crise na Petrobras que tem atingido, segundo ele, empresas baianas e o Polo Petroquímico. “Dilma tem responsabilidade com tudo que esta acontecendo porque há quase doze anos ela comanda este setor. Comanda desde o primeiro governo de Lula, como ministra de Minas e Energia. Não tem como separar a presidenta da crise. Temos que defender os interesses brasileiros, inclusive de trabalhadores que no Polo Petroquímico estão perdendo o emprego. Muitas empresas na Bahia estão tendo dificuldades e pediram falência”, afirmou. A agenda dos socialistas em Salvador teve, entre seus objetivos, homenagear a Revolta dos Búzios, movimento promovido por baianos que foi crucial para a luta pela igualdade racial no Brasil.Apesar de reconhecer que o Governo Lula deu um passo importante nas questões das políticas afirmativas, com a criação das cotas raciais, assistência às comunidades quilombolas e demarcação de territórios indígenas, Eduardo Campos disse que tais pautas perderam força no País. Segundo ele, o atual governo tem dado espaço para a corrupção e cooptação de integrantes de movimentos sociais.

Hieros Vasconcelos Rego, Tribuna

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