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CAMPANHA DE CANDIDATOS AO SENADO NA BAHIA PODE CUSTAR ATÉ R$ 54,5 MILHÕES

Publicado em: 15/7/2014

por Juliana Almirante

Campanha de candidatos ao Senado na Bahia pode custar até R$ 54,5 mi

Fotos: Max Haack / Ag. Haack e Alexandre Galvão/ Bahia Notícias
As campanhas dos candidatos ao Senado na Bahia podem custar até R$ 54,5 milhões, segundo limite de gastos declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O postulante do PMDB, Geddel Vieira Lima, integrante da chapa do postulante a governador Paulo Souto (DEM), lançou o maior teto: R$ 28 milhões. O valor destoa do empenhado por Geddel em 2010, quando tentou o Palácio de Ondina, e gastou aproximadamente R$ 1,673 milhão, segundo relatório de despesas anunciado à Justiça Eleitoral. À época, o peemedebista tinha declarado ao TSE ter R$ 3,798 milhões em bens. Nesta eleição, o presidente do PMDB baiano declarou posses que somam R$ 5,971 milhões, maior valor entre os aspirantes ao Congresso. O segundo maior patrimônio declarado é o de Eliana Calmon (PSB), da coligação da pleiteante ao governo estadual Lídice da Mata (PSB), com propriedades avaliadas em R$ 2,742 milhões. A socialista, ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), informou o limite de desembolso de R$ 8 milhões para a corrida eleitoral. O vice-governador Otto Alencar (PSD) pretende empregar até R$ 16 milhões na disputa ao posto de congressista. Integrante do grupo do candidato à sucessão de Jaques Wagner (PT), Rui Costa (PT), ele é dono de propriedades avaliadas em R$ 2,481 milhões, conforme declaração ao Tribunal. Quando se candidatou a vice, no pleito de 2010, Otto divulgou R$ 1,853 milhão em recursos e gastou R$ 4,560 milhões com a campanha. No mesmo ano, o então postulante a vice-presidente na chapa de Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), e atual concorrente a senador, Hamilton Assis (PSOL), declarou apenas R$ 19 mil em bens. Agora, em 2014, possui propriedades no valor de R$ 53 mil. Ao compor o grupo de Marcos Mendes (PSOL), ele deverá empenhar o teto de R$ 500 mil até outubro, menor previsão anunciada entre os adversários. Já a candidata de Da Luz (PRTB), Idalba Marins (PEN), informou o limite de custo de R$ 2 milhões na campanha e não declarou ao TSE o registro de posses. 

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