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PR E PV BUSCAM ACORDO PARA APOIAR A BASE DE RUI COSTA

Publicado em: 24/1/2015
A busca do governador Rui Costa (PT) por alianças continua e o secretário de Relações Institucionais do Estado, Josias Gomes, tem dado seguimento ao diálogo com os partidos baianos.O próximo passo é desvencilhar os nós com o PR, legenda que esteve ao lado do PT na campanha do governador Rui Costa.

O PR já se mostrou interessado em voltar à base, após os deputados federais Jonga Bacelar, novo presidente da sigla na Bahia, e José Rocha, ex-presidente, terem resolvido um desentendimento interno.

Nos bastidores políticos, ventila-se que os atritos estariam dificultando negociação com o PT na participação do segundo e terceiro escalão da máquina administrativa. As articulações, segundo o secretário de Relações Institucionais do Estado, Josias Gomes, continuam sendo feitas.

Na última quinta-feira à noite, ele  voltou a dialogar uma reaproximação com o PR, em reunião com os deputados federais. “Eles estiveram comigo e estamos dialogando. Mas não temos uma data prevista, uma previsão, nem sinalização de qual a participação concreta”, disse Josias.

Especula-se que o PR também pleiteava a Secretaria de Agricultura, emplacada pelo deputado estadual Paulo Câmera (PDT), pós o consenso da permanência na base governista da Assembleia Legislativa entre os parlamentares pedetistas mesmo após o rompimento da sigla com o PT na Bahia.

PV – Com uma divisão interna, os rumos do PV ainda  estão nebulosos: uma parte estaria tendendo a se aliar ao governador Rui Costa (PT) e outra, permanecer com Neto, que, inclusive, já tem como secretário de Cidade Sustentável André Fraga, ex-chefe de gabinete do verde Ivanilson Gomes.

No entanto, nos bastidores já se ventila uma migração considerável de membros para novos partidos ou partidos da base aliada ao governo do PT.

Dividido sobre permanecer com a base municipal ou a estadual, ainda que a sinalização do governo petista tenha sido positiva, o PV não tem previsão para acabar com o racha na legenda.

O desentendimento mais recente ocorreu este ano, com a destituição do prefeito de Lícinio de Almeida, Alan Lacerda, da presidência estadual da sigla, que passou para Ivanilson Gomes, ex-secretário de Cidade Sustentável, em uma medida do presidente nacional Luiz Pena.

Segundo o deputado Marquinhos Viana (PV), foi ditatorial a decisão do Executivo Nacional em destituir Alan Lacerda antes das eleições, conforme prevê o estatuto. Os verdes criaram o Movimento PV Democrático, que espera uma reunião com o presidente nacional, Luiz Penna, para discutir questões internas e tentar reunir o partido.

“O grupo está convocando uma comissão para ir na Nacional. Queremos ouvir: olha, vai ficar Ivanilson e não vai ser mudado. E tomaremos uma posição jurídica para saber se a gente fica no partido ou pede desfiliação por justa causa, ou se o partido expulsa a gente. Se o PV não concede espaço para os entendimentos, então estão expulsando a gente”, declarou.

da máquina administrativa. As articulações, segundo o secretário de Relações Institucionais do Estado, Josias Gomes, continuam sendo feitas.

Na última quinta-feira à noite, ele  voltou a dialogar uma reaproximação com o PR, em reunião com os deputados federais. “Eles estiveram comigo e estamos dialogando. Mas não temos uma data prevista, uma previsão, nem sinalização de qual a participação concreta”, disse Josias.

Especula-se que o PR também pleiteava a Secretaria de Agricultura, emplacada pelo deputado estadual Paulo Câmera (PDT), pós o consenso da permanência na base governista da Assembleia Legislativa entre os parlamentares pedetistas mesmo após o rompimento da sigla com o PT na Bahia.

PV – Com uma divisão interna, os rumos do PV ainda  estão nebulosos: uma parte estaria tendendo a se aliar ao governador Rui Costa (PT) e outra, permanecer com Neto, que, inclusive, já tem como secretário de Cidade Sustentável André Fraga, ex-chefe de gabinete do verde Ivanilson Gomes.

No entanto, nos bastidores já se ventila uma migração considerável de membros para novos partidos ou partidos da base aliada ao governo do PT.

Dividido sobre permanecer com a base municipal ou a estadual, ainda que a sinalização do governo petista tenha sido positiva, o PV não tem previsão para acabar com o racha na legenda.

O desentendimento mais recente ocorreu este ano, com a destituição do prefeito de Lícinio de Almeida, Alan Lacerda, da presidência estadual da sigla, que passou para Ivanilson Gomes, ex-secretário de Cidade Sustentável, em uma medida do presidente nacional Luiz Pena.

Segundo o deputado Marquinhos Viana (PV), foi ditatorial a decisão do Executivo Nacional em destituir Alan Lacerda antes das eleições, conforme prevê o estatuto. Os verdes criaram o Movimento PV Democrático, que espera uma reunião com o presidente nacional, Luiz Penna, para discutir questões internas e tentar reunir o partido.

“O grupo está convocando uma comissão para ir na Nacional. Queremos ouvir: olha, vai ficar Ivanilson e não vai ser mudado. E tomaremos uma posição jurídica para saber se a gente fica no partido ou pede desfiliação por justa causa, ou se o partido expulsa a gente. Se o PV não concede espaço para os entendimentos, então estão expulsando a gente”, declarou.  Tribuna da Bahia

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