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NOTA EM FAVOR DO JUIZ LUIS CARLOS VALOIS

Publicado em: 03/1/2017

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Os integrantes da Chapa Nova Anamages, concorrentes às eleições da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais – ANAMAGES, considerando a matéria publicada no jornal “Estadão”, de autoria do blogueiro Fausto Macedo, vem a público apresentar seu repúdio à matéria tendenciosa e irreal, lançando suspeitas sobre o ínclito Juiz de Direito Luis Carlos Honório de Valois Coelho, Titular da Vara de Execuções Penais de Manaus/AM.

Lastreado em conversas entre uma advogada e seu cliente condenado, o blogueiro diz que o Magistrado é suspeito de ligação com facção criminosa naquele Estado. Em nenhum momento, as conversas transcritas apontam contato do Juiz de Direito com a advogada ou com o apenado.

S.Exa., registrando sua indignação, rebate a matéria, podendo-se destacar:
“Ontem, depois de passar doze horas na rebelião mais sangrenta da história do Brasil, um repórter, dito correspondente desse jornal me liga. Eu digo que estou cansado, sem dormir a noite toda, mas paro para atende-lo por vinte minutos. Algumas horas depois sai a matéria: “Juiz chamado para negociar rebelião é suspeito de ligação com facção no Amazonas”.

E, continua:
“Detalhe, todos os presos das escutas estão presos, nunca soltei ninguém. Mas insinuaram que isso tinha algo a ver com o fato de eu ter ido falar com os presos na rebelião, que sequer eram os mesmos da escuta. Fui porque tinha reféns. Estamos no recesso, eu não estou no plantão, fui porque havia reféns, dez reféns, mas isso eles não falaram também. Fui chamado pelo próprio Secretario de Segurança do Amazonas que, não por coincidência, é um dos delegados da Polícia Federal mais respeitados do Estado. Ele, o delegado, veio me buscar em casa, me cedeu um colete a prova de balas, e fomos para a penitenciária. O secretário de administração penitenciária, egresso igualmente da PF também estava lá aguardando. Tudo que fiz, negociei e ajudei a salvar dez funcionários do Estado, reféns dos presos, fiz sob orientação dos policiais. Tudo isso falei para o tal Estadão, mas foi indiferente para eles. Agora recebo ameaças de morte da suposta outra facção, por causa da matéria covardemente escrita, sem sequer citar o que falei.”

Lastima-se que profissionais de imprensa, rompendo com a ética e a responsabilidade de bem informar, redijam artigos sensacionalistas, apenas para criar comoção social e atentar contra um dos Poderes da República.

Em, 03 de janeiro de 2017

DES. NAGIB SLAIBI FILHO (TJ.RJ)
DES. ALCIR GURSEN DE MIRANDA (TJ.RR)
JD MARIA CRISTINA BARROS GUTIERREZ SLAIBI
JD ANTONIO HORACIO DA SILVA NETO (TJ.MT)
JD. VITOR BIZERRA (TJ.BA)

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