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LÍDICE NEGA CONVERSAS PARA A VICE DA CHAPA GOVERNISTA E MANTÉM FOCO NA BANCADA DO PSB

Publicado em: 14/3/2022

Após a definição do nome de Jerônimo Rodrigues (PT), atual secretário de Educação da Bahia, na cabeça da chapa governista para as eleições de outubro, a deputada federal Lídice da Mata (PSB) foi incluída como candidata para ocupar a vice de Rodrigues. A parlamentar, no entanto, garante que o assunto nunca foi tratado pelo PSB ou pelo grupo político. Lídice – que é presidente da sigla na Bahia – aponta que o foco está na eleição proporcional, com a manutenção e possível ampliação da bancada.

 

“Não tenho como responder especulação da imprensa. Já saiu que eu vou mudar de partido, que eu sou vice, que eu sou governadora, até isso. Não tenho nem como tratar do assunto porque esse assunto nunca foi tratado por nós ou pela chapa. O PSB tem uma tarefa hercúlea que é não participar da federação e nessa dimensão construir uma chapa. Nós trabalhamos no sentido de criar federação, trabalhamos para dar novas regras a federação. E no final o PSB concluiu que não vai participar da federação, isso mudou muito a organização do partido no Brasil inteiro, estamos em uma reviravolta. Nossa prioridade nesses 15 dias é tratar de construir uma chapa proporcional para garantir a reeleição e ampliação das nossas bancadas”, comentou a deputada, nesta segunda-feira (14), durante a inauguração do Centro de Hemorragia Digestiva do Hospital Roberto Santos.

 

Lídice evitou citar nomes que devem desembarcar no PSB para disputar as eleições mas confirmou que as tratativas estão abertas com quadros como Fábio Vilas-Boas, ex-secretário de Saúde, e Roberto Carlos, deputado estadual que deve deixar o PDT.

 

“Estamos conversando com todos eles e muitos outros. É uma formação que o PSB passa a ser um partido atraente para aqueles que não estão nos partidos que integram a federação, que terá um corte eleitoral muito alto. Os candidatos do PT na última eleição tiveram todos acima de 115 mil votos, todos os que se elegeram. É uma chapa que é atraente porque o 13 [o PT] puxa a coligação mas ao mesmo tempo não dá conta de candidaturas que não alcancem esse corte. Isso pode ser um ponto de atratividade para diversas candidaturas que estão aí em torno de 100 mil. O corte de uma chapa nossa é menor”, ressalta Lídice.

 

A parlamentar comentou, ainda, o atual desenho da bancada socialista e projetou que a sigla agora pode garantir três cadeiras na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). “Nós elegemos cinco deputados estaduais [em 2018], mas agora só temos dois na prática. Três com Marcelinho [Veiga] que ainda não definiu sua posição. Alex [Lima] não vai mais concorrer e Marquinho [Viana] já tinha decidido antes que sairia do partido para ir para o PSD, não sei a posição que ele tem agora. Mas o partido conta hoje, mais vinculado ao partido, com os deputados Angelo [Almeida] e Fabíola [Mansur]. [Garantindo reeleição] dos dois deputados estaduais, nós com um pouco mais de voto fazemos três”, apontou.

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