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IBOTIRAMA INVESTE EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Publicado em: 13/5/2014

educacao-inclusivaDe acordo com os princípios e fins da educação nacional, a educação é inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho.

A prática pedagógica é um elemento–chave na transformação da escola, estendendo essa possibilidade de transformação à sociedade. Em função do tema da diversidade, as práticas pedagógicas tem caminhado no sentido da pedagogia das diferenças.

Promover a inclusão significa, sobretudo, uma mudança de postura e de olhar acerca da deficiência, implica em quebra de paradigmas, em reformulação do nosso sistema de ensino para a conquista de uma educação de qualidade, na qual o acesso, o atendimento e a permanência sejam garantidos a todos os alunos, independentemente de suas diferenças e necessidades. A inclusão escolar propõe uma nova educação, pois reconhece aquele que, até então, estava excluído da relação professor-aluno. Desse modo, o aluno com deficiência é visto como parte de uma relação complementar, na qual um se constitui através do outro.

A inclusão total e irrestrita e o direito à diferença nas escolas é uma oportunidade que se tem para reverter a situação da maioria das escolas, as quais atribuem aos alunos as deficiências que são do próprio ensino e raramente analisa o que e como a escola ensina, de modo que os alunos não sejam penalizados pela repetência, a evasão, a discriminação, a exclusão (MANTOAN, 2003).

Dentro do contexto, as escolas de Ibotirama, dentre elas, a escola municipal Luís Viana Filho, vem desenvolvendo trabalhos de educação inclusiva nas áreas de deficiência visual e auditiva.

As professoras Yale Barbosa, e Andréia Martins, estão trabalhando no momento, oração, canto, exercícios labiais, coordenação motora, colagem, desenho, livre, encontro vocálico, apresentação das vogais, com o objetivo de desenvolver nos alunos, o raciocínio lógico, a coordenação, através de atividades lúdicas, concretas e manuais.

“Um dos nossos principais objetivos, é a socialização, ensinando normas básicas de conduta social e prepará-las para o mundo do trabalho, para que assim possam adquirir conhecimento e habilidades básicas instrumentais, ler, escrever e expressar-se”. Palavras da professora Andréia.

“Segundo a pesquisadora Elisângela de Fátima Palharim, “a inclusão escolar pede que novos contextos escolares sejam criados para que todas as crianças, adolescentes e jovens, independentemente de suas condições humanas, possam participar da escola. Pensar inclusão escolar a partir das pessoas com transtornos globais do desenvolvimento, é enriquecer e diversificar o processo ensino/aprendizagem, pois, devemos lembrar que o espectro de sintomatologia e características destas pessoas é tão amplo que se torna impossível traçar normas de como deve ser feita a inclusão desses alunos.

A escola deve, a partir da sua realidade e das características individuais de cada aluno, buscar estratégias para que o processo ensino/aprendizagem aconteça com qualidade. A possibilidade que cada aluno traz e os objetivos traçados no projeto político pedagógico de cada escola é que fará com que a educação seja de qualidade para todos”.

Por Kaio Nunes/O Diário da Bahia

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