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GRAÇA FOSTER É INOCENTADA PELA CGU NO CASO DE PASADENA

Publicado em: 14/1/2015

Órgão considera regular etapa da compra da Refinaria pela qual Foster é questionada

A Controladoria-Geral da União (CGU) considerou regular uma etapa da compra da Refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), pela qual a presidente da Petrobras, Graça Foster, é questionada. Para o órgão de controle do governo, a executiva e outros dirigentes da estatal não causaram prejuízo de US$ 92 milhões ao adiar, em 2009, o cumprimento de sentença arbitral que mandava adquirir os 50% remanescentes da planta de refino – a primeira metade havia sido obtida em 2006. A avaliação isenta a presidente, ao menos por ora, de eventuais punições em processos administrativos. A informação consta de ofício enviado pelo ministro-chefe da CGU, Valdir Simão, ao Tribunal de Contas da União (TCU), com o objetivo de explicar as diferenças de valor apuradas em auditorias dos dois órgãos.  Em processo votado em julho, o tribunal apontou dano ao erário de US$ 792 milhões na compra de Pasadena. Para a controladoria, no entanto, o prejuízo foi de US$ 659 milhões, ou US$ 133 milhões menor. No documento enviado ao tribunal, a controladoria pondera, contudo, que as perdas podem ir além do identificado na compra de Pasadena. É que a Petrobras fez diversos empréstimos para a refinaria, cuja situação, segundo o órgão, é “deficitária”. Diante disso, o risco de inadimplência é alto. Para os auditores, há a possibilidade de um calote de até US$ 1,3 bilhão. A CGU informou ainda ter pedido à Corregedoria-Geral da União que avalie a necessidade de investigar se houve pagamento de propina a funcionários da Petrobras para viabilizar o negócio.

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