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Fossas da Lagoa do Abaeté serão substituídas por Estação Elevatória de Esgoto

Publicado em: 14/10/2020
Fossas da Lagoa do Abaeté serão substituídas por Estação Elevatória de Esgoto

Foto: Carol Garcia/GOVBA

As atuais fossas sépticas deixarão de ser utilizadas na região da Lagoa do Abaeté, no bairro Itapuã, em Salvador. Uma série de intervenções estão sendo realizadas no local pelo governo estadual, entre elas a Estação Elevatória de Esgoto, que está sendo construída com um investimento superior a R$ 456 mil e vai direcionar os resíduos gerados por estabelecimentos comerciais presentes no local para o sistema de esgotamento sanitário de Salvador.

 

A gestão estadual estima que as obras devem ser concluídas em dezembro deste ano.

 

As intervenções são executadas pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado (Sedur), por meio da Companhia de Desenvolvimento Urbano (Conder), a construção foi autorizada pelo órgão licenciador, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), que é o responsável pela gestão do Parque Metropolitano Lagoas e Dunas do Abaeté.

 

O projeto também foi aprovado pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), que será responsável pela operação de direcionamento do esgoto para a rede coletora. O projeto garante uma estação elevatória dotada de tanque-pulmão para conter extravasamentos; geradores para manter o equipamento funcionando, no caso de falta de energia; e sistema de alarme operacional, se houver parada nas bombas.

 

A qualificação do sistema de esgotamento é apenas a fase final de um contrato de repasse que envolve uma série de intervenções executadas pelo Governo do Estado para qualificar a lagoa e a vida da comunidade que mora no entorno, como destaca o presidente da Conder, Sérgio Silva.

 

“É uma intervenção macro de urbanização integrada, já que estamos fazendo obras de infraestrutura, pavimentação, drenagem, reparos e construção de novas unidades habitacionais, bem como a recuperação de equipamentos e infraestrutura ao redor do Parque do Abaeté”, lista.

 

O presidente da Conder enfatiza, ainda, que “a estação substitui um sistema arcaico por um novo, totalmente automatizado, com garantias, com bombas, inclusive reserva, formando uma blindagem para que a operação executada pela Embasa possa ocorrer de forma segura, evitando lançamento de detritos no manancial”.

 

O titular da Sedur, Nelson Pelegrino, destaca que “a obra tem licença do Inema, da Prefeitura e todos os requisitos técnicos necessários. Além disso, todas as medidas de segurança foram adotadas para que essa operação aconteça, preservando o meio-ambiente”.

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