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CRISTÓPOLIS: ÁGUA PARA TODOS ESTÁ CADASTRANDO FAMILIAS QUE VÃO RECEBER CISTERNAS NO MUNICIPIO

Publicado em: 21/2/2014

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Uma equipe do programa Água para Todos, do Governo Federal, está trabalhando no cadastramento das famílias que serão contempladas com cisternas no município de Cristópolis.

A assistente social Rosana Rosário e os técnicos de campo Lindoval Rodrigues e Murilo Amorim estiveram, ontem (19/fev) em uma reunião na comunidade de Lagoa do Bolô: “Nós vamos fazer o cadastramento, que requer um perfil. Apesar de o Programa ser Água para Todos, é destinado a todos que têm o perfil”, disse Rosana. “Serão 426 cisternas, mas Josafá nos disse que pode ter mais gente que necessita destas cisternas, e o governo vai enviar quantas forem necessárias. A gente vai ficar aqui o tempo que for necessário para realizar o trabalho”, afirmou.

Trabalho segue no campo, mesmo com frio e chuva

“Dezesseis mil litros de água, é muita água. A gente deseja que o programa realmente funcione, que traga solução para essas pessoas que têm tanta dificuldade para se manter no campo por conta da seca”, comentou o secretário de Agricultura, Josafá Oliveira.

As cisternas, em época de seca, poderão ser abastecidas por carros pipa. Cada usuário receberá um curso de capacitação para fazer a limpeza e a manutenção dos filtos.

Na última segunda-feira (18/fev) a equipe foi recebida pelo prefeito Antonio Pereira, ele desejou boas vindas e se colocou à disposição para ajudar na execução dos trabalhos.

No gabinete, prefeito recebe Rosana, Lindoval e JosafáRosana explicou aos participantes da reunião que a agente de saúde não deve ser cobrada pelos moradores, caso não sejam contemplados: “Ela está apenas nos ajudando com informações, a responsabilidade pela instalação é nossa”, advertiu Rosana.

Cisternas
Capacidade para armazenar 16 mil litros de água, o suficiente para atender uma família de cinco pessoas num período de estiagem de até seis meses.  São dois tipos: de placa e de polietileno.

As de polietileno começaram a ser usadas em 2011, para que a meta seja atendida dentro do prazo.

O abastecimento das cisternas – de placa e de polietileno – é feito com a água da chuva captada por meio das calhas instaladas no telhado das residências;

Mão-de-obra local – a instalação das cisternas coordenadas por meio de comitês municipais, com treinamento e capacitação dos beneficiários.

Visando gerar emprego e renda para economia local, fábricas de cisternas de polietileno foram instaladas em Petrolina (PE), Penedo (AL), Teresina (PI) e Montes Claros (MG) – e, em breve, em Feira de Santana (BA), no Ceará (a cidade ainda será definida).

A durabilidade dos reservatórios de polietileno já pode ser comprovada em países como Austrália, México, China e Índia, onde seu tempo de vida útil contabilizou mais de 35 anos. Por serem produzidos especialmente para a exposição solar recebem aditivos para resistir a raios ultravioletas.

A cisterna de placa é um tipo de reservatório de água cilíndrico, coberto e semienterrado, que permite a captação e armazenamento de águas das chuvas a partir de seu escoamento nos telhados das casas, por meio da utilização de calhas de zinco ou PVC. O reservatório, fechado, é protegido da evaporação e das contaminações causadas por animais e dejetos trazidos pelas enxurradas;

A cisterna é enterrada no chão até, em média, dois terços da sua altura. Sua totalidade consiste em placas de concreto com tamanho de 50 por 60 cm e com 3 cm de espessura. Estas placas são fabricadas no local de construção em moldes de madeira. A parede da cisterna é feita com essas placas finas, a partir do chão cimentado. Para evitar que a parede venha a cair durante a construção, ela é sustentada com varas até que a argamassa esteja seca.

Depois disso, um arame de aço galvanizado é enrolado no lado externo da parede. Em seguida constrói-se a cobertura com outras placas pré-moldadas em formato triangular, colocadas em vigas de concreto armado, e rebocadas por fora. (Texto sobre as cisternas: http://www.mi.gov.br/objetivos)Oeste 10

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