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BARREIRAS:MANIFESTANTES PARAM CIDADE, NOVOS PROTESTOS VÃO OCORRER

Publicado em: 27/6/2013

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O movimento de protesto contra a corrupção que aconteceu nesta quarta-feira em Barreiras só terminou por volta das 22 horas e 30 minutos com a liberação da ponte que liga o centro da cidade a avenida Aylon Macedo. A maior cidade do Oeste Baiano viveu uma noite tumultuada por conta dos protestos que tiveram a participação de cerca de 800 pessoas. Inicialmente o grupo saiu em passeata até a Prefeitura de Barreiras onde os líderes do movimento foram recebidos pelo prefeito Antonio Henrique para entrega de uma pauta de reivindicações. A reunião no gabinete transcorria normalmente quando chegaram informações de que os manifestantes quebraram o portão e ameaçavam invadir a Prefeitura. A situação só foi controlada com a chegada da Polícia Militar. Depois disso os jovens se dividiram. Uma parte ficou na frente da prefeitura mantendo a pressão, a outra parte se reuniu na Praça Castro Alves e cerca de 100 manifestantes que iriam para a ponte Ciro Pedrosa, mudaram a tática e seguiram para a ponte que liga o centro da cidade a avenida Aylon Macedo. Eles fizeram uma barreira humana e não permitiam a passagem de nenhum veículo. O fechamento da ponte – por onde passam diariamente centenas de carretas – provocou um caos jamais visto no centro da cidade com reflexos em ruas e avenidas atingindo inclusive alguns bairros. Rapidamente se formou uma fila imensa de veículos de grande porte, tanto no sentido Barreiras-Brasília quanto no sentido Barreiras-Salvador. A Polícia Militar ainda tentou negociar com os lideres do protesto a desobstrução da ponte. Os jovens se mostraram irredutíveis e não aceitaram as argumentações dos policiais. Os militares não partiram para o confronto e optaram por se retirarem do local. Sem a presença da polícia o protesto se avolumou ainda mais.
Uma fogueira foi acesa ao lado da ponte e uma bicicleta ficou atravessada na pista ajudando a impedir a passagem dos carros. Os estudantes continuaram gritando palavras de ordem contra a corrupção. Bombas de festas juninas estouravam no local a todo momento e circulavam informações de que o movimento iria atravessar a noite. Para alívio dos caminhoneiros, o movimento foi perdendo força e o trânsito acabou sendo liberado por volta das 22 horas e 30 minutos. O que se viu depois disso foi um desfile interminável de carretas serpenteando pelo centro da cidade. As coisas só voltaram ao normal por volta das 23 horas. Novos movimentos nos mesmos moldes estão estão sendo articulados para os próximos dias.
João Néris com informações do Mural do Oeste

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